Estudo derruba mito da diferença salarial entre gêneros

Estudo revela que um dos principais argumentos utilizados pelas feministas não passa de uma grande falácia.

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A pesquisa foi feita pela Korn Ferry Hay Group em 33 países e examinou mais de 8 milhões de empregados. A conclusão foi a seguinte: a diferença salarial entre homens e mulheres que trabalham nos mesmos tipos de cargos, com as mesmas responsabilidades, nas mesmas empresas, foi de 1,6% em favor dos homens. Uma desigualdade irrisória, inversamente proporcional ao barulho das feministas que se utilizam desse argumento desonesto.

Os Emirados Árabes Unidos foram a única exceção: lá, as mulheres ganham 2% a mais do que os homens. O estudo atribui a diferença ao fato de haver menos mulheres no mercado de trabalho, entretanto, com níveis mais elevados de educação.

A diferença salarial calculada e divulgada por feministas e outros setores da esquerda refere-se à diferença entre o que todos os homens e todas as mulheres do mundo ganham. Assim, é possível concluir que as mulheres ganham 18% a menos. Mas esse parâmetro é altamente tendencioso e passível de críticas, uma vez que não leva em conta as escolhas feitas por homens e mulheres e não analisa pessoas que trabalham em um mesmo cargo.

As mulheres representam 40% da força de trabalho global para trabalhos de escritório, mas apenas 17% dos cargos executivos, de acordo com o estudo.

Uma das razões mais óbvias para que haja um diferencial de rendimentos – ainda que mínimo –  é porque muitas mulheres deixam o trabalho temporariamente para ter filhos. “Tudo que o leva a querer ter mais tempo (para a vida pessoal) vai ser um grande fator”, diz a economista de Harvard Claudia Goldin. Um estudo da Universidade de Massachusetts ainda descobriu que, para cada filho que uma mulher tem, seus ganhos diminuem 4%.

Parte da aparente disparidade salarial também se dá em razão da carreira escolhida – os homens muitas vezes entram em setores de alto risco, onde há profissões mais bem remuneradas.

Um estudo do Departamento de Trabalho divulgado em 2009, que analisou mais de 50 artigos científicos, concluiu que a diferença salarial “pode ser quase inteiramente o resultado de escolhas individuais que estão sendo feitas por trabalhadores do sexo masculino e do sexo feminino.”

“As mulheres, mais do que os homens, mostram uma preferência por ocupações de baixo risco com maior segurança e conforto no trabalho, e estão frequentemente dispostas a aceitar salários mais baixos em nome da segurança e da probabilidade reduzida de acidentes de trabalho ou morte”, argumenta Perry.

Em 2014, homens representaram 92,3% das mortes em acidentes de trabalho,”Porque o número de homens supera em muito o de mulheres nas profissões mais perigosas – porém mais bem pagas – que oferecem maior probabilidade de lesão ou morte relacionada ao trabalho”, diz Perry.

Assim, cai por terra o argumento feminista de que paga-se menos – para um mesmo trabalho – para as mulheres. Não é possível dar credibilidade a um movimento que abusa da desonestidade em suas pautas.

Pare ler o artigo original, clique aqui.

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