Hipocrisia, canalhice e desonestidade: o DNA da esquerda

A mesma esquerda que prontamente relacionou o massacre na boate gay em Orlando ao nome de Donald Trump e até de Bolsonaro — não, eles não têm limites — se calou diante do espancamento realizado por ativistas anti-Trump na Califórnia, que teve como vítimas um gay (republicano e eleitor de Trump) e seu amigo. Essa mesma esquerda faz de tudo para esconder o fato de que o responsável pelo ataque era muçulmano e filiado ao Partido Democrata, que, com Hillary Trump, fará oposição a Donald Trump nas eleições em novembro.

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O FBI confirmou que, antes do ataque, Omar Mateen ligou para o 911 e jurou fidelidade ao Estado Islâmico.

Essa esquerda, que domina as redações há décadas, faz inúmeras comparações entre Trump e Bolsonaro, aplicando rótulos pejorativos aos dois sempre que possível. E eles, de fato, possuem semelhanças. Ambos alertam para o perigo que a cultura islâmica representa para o Ocidente. Quando falamos de Ocidente, falamos de liberdade, valor praticamente extinto no mundo islâmico, sobretudo para gays e mulheres. E essa falta de liberdade é endossada por aqueles que juram lutar pela classe LGBT e pelas mulheres, em nome de um multiculturalismo que está acabando com o mundo civilizado, como vimos no episódio de hoje. A própria classe LGBT, cegada pelo politicamente correto, defende seus algozes, como vemos na foto abaixo.

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Gays defendendo muçulmanos e protestando contra a “islamofobia”

Um dos personagens mais repugnantes dos últimos acontecimentos políticos no Brasil também destilou toda sua hipocrisia, canalhice e desonestidade e explicitou seu DNA esquerdista com um post no Facebook. Veja abaixo:

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Lindbergh Farias, do PT, não perdeu a oportunidade de instrumentalizar o massacre.

Precisamos deixar claro que os valores muçulmanos são totalmente incompatíveis com a cultura ocidental moldada pela moral judaico-cristã. Lá sim existe a famigerada “cultura do estupro”. Lá gays são enforcados e jogados do alto de prédios. Mulheres são penalizadas após sofrerem estupro. Lá a barbárie é institucionalizada. E é isso que a esquerda tenta importar para a nossa civilização ao defender o multiculturalismo.

 

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