Garota de 15 anos deixa desarmamentistas sem palavras

Essa garota de apenas 15 anos deixou desarmamentistas do mundo todo – sobretudo os esquerdistas americanos – sem palavras. O discurso é de 2013, salvo engano, mas sua divulgação é muito apropriada para o momento em que vivemos – tanto no Brasil como nos EUA. Aqui, há um projeto de lei – PL 3722/12 – em andamento que tenta revogar o Estatuto do Desarmamento e flexibilizar os requisitos para a aquisição de armas de fogo. Nos EUA, Obama e seus comparsas da extrema-esquerda (incluindo a mídia) fazem de tudo para aumentar o controle sobre a venda de armas de fogo, solapando o direito de defesa, previsto na Segunda Emenda à Constituição americana.

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A imprensa e sua miopia seletiva

Quem já conhece um pouco como funciona a imprensa brasileira não se surpreenderá ao se deparar com o noticiário tendencioso. Mas, aos desavisados, é imprescindível mostrar como a agenda ideológica adotada pela imprensa influencia nas notícias e em como percebemos os fatos noticiados.

Sabemos que a classe mais desprovida de prestígio perante o povo brasileiro é a classe política. Tirando os integrantes da máfia lulopetista, que gozam de um falso prestígio – que dura até acabar a mortadela – perante os militantes doutrinados, o que os políticos, em sua esmagadora maioria, despertam no povo são sentimentos de repulsa, repugnância e aversão. Continuar lendo

Qual a real função do Estado?

Entender a real função do Estado, não só hoje, mas há várias décadas, sempre foi difícil.A explicação para esse entendimento pode ser facilmente compreendida se analisarmos trechos dos escritos de intelectuais como Montesquieu, Saint-Just, Rousseau, Robespierre, Raynal, os marxistas clássicos, dentre tantos outros pensadores que formaram uma espécie de mentalidade que parte do pressuposto de que as leis são responsáveis pela formação do indivíduo. Elas que desenvolvem, instruem, trazem garantias e que reformam o espírito humano. Logo, para eles, a lei e seus legisladores  tem a responsabilidade em si de não apenas assegurar os direitos naturais e anteriores a ela, como o direito à vida, à liberdade e à propriedade (elementos básicos para a vida e o desenvolvimento humano), ela “tem” que assegurar também uma série de “direitos” que – segundos alguns intelectuais supracitados – são essenciais, como educação pública, bem–estar social, a garantia de pleno emprego dentre outros direitos que vão sendo imputados ao longo dos anos. Continuar lendo